Rótula da Nilo Peçanha. Lições de bom senso

Rótula da Nilo Peçanha


Após indecisões, congestionamentos crescentes, finalmente o bom-senso prevaleceu. Licitações frustradas levaram a Prefeitura a decisões que resolveram o problema.

Agora todos são unânimes nos elogios. Mas, porque suportar o caos, as demoras, as confusões por tantos anos? Qual a razão do milagre ou seria simples solução de engenharia.

O estudo na análise no fluxo de dados, na circulação de veículos baseia-se em dogmas conhecidos: Aumentar o tamanho das vias ou então aumentar a velocidade dos veículos, reduzir os sentidos dos fluxos, eliminar os nós existentes.



O que era óbvio, finalmente foi percebido. Bastou eliminar a rotunda, reduzir os fluxos no cruzamento, ampliar a área de circulação e, a velocidade no cruzamento, que não passava dos passos de tartaruga no horário de pico, agora atinge mais de 30 a 40 quilômetros por hora. O comando inteligente dos semáforos acrescenta mais eficiência ao tráfego da Bela Vista.

No entanto, vendo outros gargalos existente em vias próximas, corredores com pistas subutilizadas, faixas de segurança e sinaleiras em excesso, quando o excesso de pardais arrecadadores limita e reduz o fluxo de tráfego, fica a pergunta? Por que esperar tanto tempo, tantos anos, quando a solução testada na Rótula da Nilo Peçanha está bem visível para todos, para a Prefeitura e para Porto Alegre.





Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento” e ‘A Viagem dos Bichos’
Editora AGE

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10 respostas para “Rótula da Nilo Peçanha. Lições de bom senso”

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