Nathaniel Hawthorne. Um filho puritano de Massachutts. Salem

Nathaniel Hawthorne, considerado o primeiro grande escritor americano, nasceu em Salem, no Estado de Massachutts em 1804. Foi contemporâneo a Longfellow e de Herman Melville. De família puritana, trazia no sangue toda a influência dos peregrinos do Mayflower.

Salem era um dos portos importantes da Nova Inglaterra. As instalações portuárias, os depósitos, os armazéns, bem como os prédios da Aduana, bem preservados, mostram a importância da cidade. Estudante médio estava mais interessando em escrever e na literatura.

“Não quero ser doutor, para não viver das doenças dos homens, nem um ministro para viver dos seus pecados, nem advogado para sobreviver das suas disputas.”

Boa parte do tempo, após a graduação foi estudar as raízes puritanas da sua família, a influência da religião no desenvolvimento das colônias da Nova Inglaterra. Começa a escrever pequenas novelas para vários jornais enquanto circula entre Concord e Boston.

“Letra Escarlate”, novela sobre adultério, foi o primeiro livro que teve uma grande edição e projetará o autor para a fama e a riqueza. “The House of the Seven Gables” foi outra novela de sucesso.

Foi também autor da Bibliografia para campanha de seu amigo Franklin Pierce, futuro presidente americano, que lhe abriu posição na Administração Federal.

‘ A felicidade é como uma borboleta que quando perseguida foge de suas garras. Mas que pode pousar no seu ombro se você ficar quieto e imóvel…’

Em Plymouth, em New Hampshire, outro porto da Nova Inglaterra, em 19 de maio de 1864, Nathaniel Hawthorne se despede dessa existência, após uma vida ligada a liberdade, característica típica da região, onde tantos escritores prosperavam e ainda hoje continuam escrevendo.

Histórias ouvidas ou lidas nos livros, bisbilhotados por aqui despertam a nossa imaginação. Velhos simpáticos, carregados nos anos e na experiência de vida ainda escrevem; tarde de autógrafos, apenas o público, como sempre, é insuficiente. A tradição literária da Nova Inglaterra é robusta e desafiadora.

Tragédias são recordadas. Perdido na tempestade, heroi solitário remou por mais de 60 milhas até chegar a praia distante. Devido ao congelamento perdeu vários dedos. Travessias pioneira em barcos à vela são recordadas. Quantas embarcações foram criadas e desenvolvidas durante anos por aqui. Nos museus navais encontramos originais e réplicas além de muitas aventuras plenas do heroísmo de pessoas desconhecidas.

O movimento das ondas desperta lamúrias, cria tons de alerta; como gritos de desesperados de ontem, agora ao contrário, osfaróissolitários tentam preservar a vida de novos navegantes. Quantas fotos magníficas surgem no improviso da viagem.

A atividade pesqueira foi e será importante para a economia local. A coleta de lagostas, com imensas tenazes, responsável pela culinária, pelas receitas magníficas que experimentamos pela passagem, quando minúsculos restaurantes nos acolhem, é ícone da Nova Inglaterra.

Uma licença para operar barco pesqueiro pode alcançar valores de milhões em dólares. Dependendo da região não tem preço. Quem tem não vende.

‘ Cada um tem papel único na vida. Todo mundo, especialmente você é indispensável.’

‘ Ninguém pode, por muito tempo, ter um rosto para si mesmo e outro para a multidão sem no final confundir qual deles é o verdadeiro.’

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