Mercados de Akureyri. Islândia

Vulcões vindos do fundo mar formaram a atual Islândia, mesmo agora, ainda existe grande atividade magmática; ilhas aparecem do nada. O tráfego aéreo mundial sofre quando os demônios locais têm os seus espasmos de cólera.

Partindo da pequena cidade de Akureyri, com menos de 20.000 habitantes, mais agradável, bonita e acolhedora do que a capital, o melhor é, num carro locado, penetrar pelo interior da ilha.

Campos de lavas, em diversos estágios de evolução, estão ao nosso alcance. As estradas normais são excelentes. Proibido e perigoso sair do asfalto. Algumas rotas turísticas exigem carro adequado, motorista especializado e licenças especiais. A cobertura do seguro não vale se não obedecermos as regras que não lemos.

Nunca vi tantos tipos de riscos a serem cobertos: granizo, poeira e resíduos vulcânicos, pedras vulcânicas, neblina, ruptura de pneus, chuvas intensas, não contando com os problemas possíveis que podem ocorrer em qualquer estrada, incluindo atropelamento de cavalos e de ovelhas.

Devido a corrente marítima quente, o clima não é tão rigoroso na região. A pesca continua sendo atividade fundamental, o que se traduz na culinária local: haddock, bacalhau, salmão, turbot, são nomes que combinam com as tortas de fígado com recheio de sangue; carneiro salgado ou defumado são alternativas. Batatas fazem o acompanhamento. Por sinal, da fermentação das batatas aparece bebida local, bem alcoólica e por isso denominada de “Morte Negra” – black death. Preferi a cerveja local, tipo lager.

Numa pequena loja é possível verificar o que é podemos comprar além do salmão defumado ou empacotado a vácuo. Aqui é possível adquirir os pesados suéteres, os cachecóis, as mantas, as luvas, os gorros e chapéus. Peças tricotadas à mão, magníficas, são recusadas pelo preço elevado e pela pouca utilização futura. Mesmo no sul do Brasil, teríamos poucos dias para usar a aquisição.

Artesanato feito com lava vulcânica estão ao lado da tradicional cerâmica.

Apesar da oposição dos ambientalistas, as peles têm a sua atração, além de bonitas são adequadas ao frio da Islândia. “Único modo de enfrentar o inverno” – reforça a vendedora.

Raposas, todas as cores , aparecem em casacos curtos ou longos, em capas, chapéus, estolas. O couro das renas é material para casacões esportivos, para as botas e demais acessórios.

Para compulsivos compradores a marca “66 North” da Islândia é a tentação definitiva. Grife .


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20 respostas para “Mercados de Akureyri. Islândia”

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