Hong Kong. Cidade Moderna. Urbanismo s/ fotos

Hong Kong. Cidade Moderna. Urbanismo de Vanguarda

No meio de ilhas e de baías, Hong Kong apresenta plano urbanista moderno, onde o fluxo dos pedestres não colide com o fluxo dos veículos. Pela topografia, espremida entre morros e as águas da baía, a metrópole se ergue para o alto, único espaço disponível. Os prédios ultrapassam os 40 andares; em proporção existem mais arranha-céus por aqui do que em Nova York. Pelas estatísticas são mais de 7.000 em toda a região; a diferença entre os 4.000 de Nova York está aumentando, basta ver a quantidade de guindastes erguendo suas mãos para o céu.

Pela falta de espaço, uma das maiores densidades populacionais do mundo está presente, o espaço é disputado e é caro. Os imóveis são vendidos por polegada quadrada; em certas zonas o valor ultrapassa os 2.000 dólares americanos.

Cidade de milionários, aqui encontramos a maior concentração de Rolls-Royce do mundo, não esquecendo os Bentleys e outras marcas famosas.

Formigueiro de pessoas se desloca pelo metrô e pelas ferries que ligam Hong Kong até a China Continental, para Macau e para Kowloon e mesmo para as ilhas do outro lado da baia.

Os pedestres não utilizam as calçadas; através de passarelas que ultrapassam as avenidas, passamos de um lado para o outro, pelo andar em nível dos prédios. Todos os malls, os prédios administrativos e os edifícios comerciais estão interligados.

Os táxis são baratos; mas o transporte público flui com boa velocidade. Não há espaço para estacionar. Para o turista que chega, o recado é claro: nada de alugar um carro. É dispendioso e não temos onde parar ou estacionar; as garagens estão afastadas dos centros de interesse. Milionários são os que podem dispor de veículos dispendiosos, com os seus motoristas particulares, de prontidão permanente.

Por decisão pública, em Hong Kong, parte insular, ainda existe bonde elétrico, são lentos mas guardam e recordam os anos do passado. Com dois andares, é característica típica de Hong Kong.

As cidades brasileiras, nossos arquitetos, têm muito para aprender em Hong Kong. Mobilidade urbana está aqui.

Sob domínio inglês, desde a Guerra do Ópio de 1848, em 1999 Hong Kong é devolvida para a China. O acordo prevê autonomia administrativa até 2027, o que tem provocado alguns conflitos com manifestantes que não aceitam as novas regras políticas impostas por Beijing no que toca às futuras eleições.

Prédios modernos avançam sobre os aterros que invadem as baías.

Do observatório, 89º andar do prédio Sky-100, um dos mais altos do mundo com os seus 526 metros, temos excelente visão da cidade, se não houver neblina em excesso.

Do outro lado da Baia Vitória, o Centro de Convenções, o Museu Marítimo, o prédio do Banco da China, a barreira contra tufões, os embarcadouros dos ferries, estão bem visíveis. Entre a Ilha de Hong Kong e Kowloon, túnel moderno faz conexão rápida. Mas a tradicional conexão, barata, fluvial é bem mais turística. Minha preferida.

No Mercado Noturno das Damas, um dos muitos que encontramos na cidade,é possível adquirir a, bom preço, artigos comuns: tênis, bolsas de grife ou não, eletrônicos, lembranças, outras bugigangas e os tradicionais genéricos Made in China.

Restaurantes, todos os tipos e cardápios, aparecem em profusão. Difícil a escolha; as surpresas bem mais.

— Para o chinês tudo que se move pode aparecer nas panelas e nos pratos ? explicação de antigo morador que ria ao ver o nosso espanto ao encontrar nos espetinhos de bambu pequenos cavalos-marinhos e besouros

Os preços dos relógios, das joias e diamantes, das peças de jade, das antiguidades, a quantidade de veículos de luxo, demonstram que Hong Kong é a cidade mundial dos milionários. Nenhuma dúvida.

Patrocínios:

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10 respostas para “Hong Kong. Cidade Moderna. Urbanismo s/ fotos”

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