Canto da Cultura no GNU Moinhos 16 de junho

Canto da Cultura no GNU do Moinhos

Sábado 16 de junho, no GNU, sede Moinhos de Vento, será lançada a segunda etapa do projeto “Canto da Cultura”, aproveitando a comemoração de festa junina.
O objetivo é simples, prático, de baixo custo.
É necessário incentivar a leitura, desenvolver a memória de longa duração, sem isso não existe sucesso em nenhuma atividade.
Para isso os livros devem procurar novos admiradores, precisam sair de seus esconderijos, armários e bibliotecas.
Em um local de exposição e grande circulação eles vão procurar novos donos no “Canto da Cultura”.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento”
Editora AGE

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Balcão da Cultura no GNU

Balcão da Cultura

Após longas negociações, a diretoria do GNU deu luz verde ao nosso projeto. Enquanto o local da nova biblioteca, junto a sede Alto Petrópolis, aguarda a execução do projeto das quadras cobertas, sonho dos fanáticos associados do tênis, os livros abandonados, esquecidos em prateleiras, gavetas e porões, terão nova oportunidade de incentivar novos leitores.

Na primeira etapa, em local de grande circulação, na João Obino 300, será instalado o balcão da cultura. O objetivo é simples, barato e não exigirá controle algum. Não se trata de montar acervo bibliográfico, muito antes pelo contrário.

Os sócios estarão engajados numa simples tarefa. Livros em boas condições, com assuntos modernos ou mesmo clássicos, da boa leitura, serão colocados nos espaços vazios das prateleiras. Cada um ao passar poderá escolher o exemplar mais adequado à sua curiosidade. Não é obrigatória a devolução, mas o ideal, o que será divulgado, é o que importa.

— Troca de livros? — esse é o nosso lema.

Vamos levar livros para a nossa biblioteca de trânsito e retornar com outros. Pela rotatividade, espera-se que ocorra uma circulação de ideias; começa o projeto da cultura circulante no GNU.

Se a experiência der certo, a mesma será implantada nas outras duas sedes: Moinhos de Vento e Ilha do Pavão.

Para iniciar o projeto, a Editora AGE fornecerá uma carga de livros de autores gaúchos, momento de prestigiar a nossa cultura e os nossos representantes.

O que é importante, como aviso aos doadores: o momento não é de desovar livros ultrapassados, coleções antigas, enciclopédias. O local não tem espaço para outro depósito, mas procura sim obter novos donos para livros abandonados e esquecidos em locais escuros.

Entre na campanha, divulgue a idéia e incentive a leitura, principalmente para nova geração. Viajar pela imaginação é o primeiro passo para aventuras mais empolgantes e depois para descobrir as maravilhas do nosso planeta Terra usando a mochila ou avião.

O que era notícia, agora é realidade. No dia 13 de dezembro, no GNU – Sede Alto Petrópolis na Rua João Obino 300, às 18 horas, será inaugurado o “Canto da Cultura”.

Proposta para ser fato literário para a Feira do Livro de 2012 vai procurar incentivar a leitura entre os sócios do GNU.

Os livros abandonados, comidos por traças, sufocados pelo mofo terão novos donos.

Agende e venha participar trazendo um livro

Dia 13/12/2001 às 18:00horas

A cultura agradece

Balcão da Cultura por Felipe Daiello

Iniciado em dezembro de 2011, o projeto de escritor Felipe Daiello é sucesso no GNU — Alto Petrópolis. A troca de livros, a possibilidade de empréstimo bem como a doação de obras de literatura, foi bem aceita pelosassociados.

Inclusive, como modelo pioneiro, está sendo implantado na SAPT — Sociedade dos Amigos da Praia de Torres. O novo balcão da cultura deve ser inaugurado dia 18/02/2012, antes do carnaval. Para prestigiar os nossos autores, os livros fornecidos pela AGE são de autores gaúchos. Precisamos de divulgação para implantar mais balcões pelo Rio Grande. A Cultura agradece.

Adote uma praça


Desconhecida para os moradores da Bela Vista a atuação do Grêmio Náutico União precisa ser divulgada. Durante anos as tratativas com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre resultaram infrutíferas. O objetivo era incorporar rua de acesso ao clube e, ao mesmo, cuidar da área verde que estava abandonada, entregue a marginalia invasora. Após muitas tentativas, das alterações em processos legais, o desaforamento da área conclui projeto que será bom para todos, principalmente para os frequentadores da Praça Breno Vignoli.


Com a responsabilidade da manutenção das áreas verdes, a equipe de jardineiros do GNU passou de 2 para 5 elementos. É preciso cortar a grama na época apropriada, efetuar a limpeza, retirar detritos. No entanto, antigos temores permanecem. Residentes da praça, talvez 4 ou 5 elementos, estão fora do contexto. Desajustados, drogados, sobrevivem em condições precárias. O lixo catado é reciclado na praça, a queima de fios elétricos provoca incêndios quando eles entram na operação industrial de obter sucata para venda. Ataques a jovens que saem do clube é rotina. Tênis, mochilas, relógios serão artigos usados nos escambos para a manutenção do vício. O trafico de drogas é alternativa. O ataque aos pássaros mais uma possibilidade. Um casal de saracuras, por milagre, ainda consegue sobreviver às ameaças diárias e alegra com seus gritos as nossas manhãs e madrugadas.




Existe local escondido, específico, onde no final da tarde, a fumaça e o cheiro de maconha se fazem presentes. O GNU está de mãos atadas, não possui poder de polícia. O pior de tudo é que após a limpeza semanal surgem reclamações de órgãos públicos: “Quem cortou as árvores? Galhos de podas foram encontrados pela fiscalização”. Não adianta explicar que a equipe de jardinagem não está autorizada a podar ou a cortar árvores e arbustos.



—Entulhos e restos de comidas, de plásticos estão no entorno — as reclamações prosseguem. A falta de colaboração dos comerciantes ambulantes, dos usuários fica evidente. Vendedores e carroceiros usam a praça como depósito. Entulhos de áreas afastadas já têm destino certo: a praça adotada pelo GNU. —Efetuamos a limpeza, coletamos lixo, mas durante a noite, usuários incômodos deixam a tradicional procissão de seringas, de lenços manchados, de restos do vício — é a resposta. A imprensa condena o descuido do clube sem conhecer a realidade enfrentada. A falta de atuação policial, essencial, não pode ser suprida pelo GNU.




Necessário que toda a população se engaje no processo de manter espaço verde, tão necessário e vital a qualidade de vida da Bela Vista, em perfeitas condições para todos. Seja voluntário nos cuidados necessários, atuante na fiscalização e persistente nas ações executivas. Parte da área foi cercada, a iluminação externa melhorada; durante os eventos no clube os seguranças ficam atentos. Mas, pelo poder aquisitivo dos moradores, pela existência de rotas de fugas adequadas, o roubo de carros na região é prioridade para os amigos do alheio. As encomendas de pick-ups, de utilitários e de carros de luxo encontram na Bela Vista a mercadoria solicitada. É necessário redobrar o policiamento. A Praça Breno Vignoli agradece.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento”
Editora AGE

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