GNU – Projeto Despertar

GNU- Projeto Despertar


O projeto já tem mais de 10 anos de execução; desconhecido pela maior parte da população do Bairro Bela Vista, não pode mais ser escondido. Novidades foram introduzidas para o despertar de 2011. Voltado para crianças, entre 5 e 8 anos, com apoio de professores de educação física e de pedagogos, a iniciativa procura dar aos nossos pimpolhos alternativa para fugir da obesidade, do domínio da televisão — lâmpada falante que encanta e paralisa os incautos e mentes desocupadas — e, agora, da tirania do computador.


O planejamento é simples: associa o aspecto lúdico dos jogos e das atividades esportivas desenvolvidas durante a semana, com a infraestrutura existente no GNU — Sede Alto Petrópolis. O método procura formar, para o futuro, a mentalidade da criança de hoje. Torna o esporte atividade essencial à sua vida, à sua saúde e desenvolve relações harmoniosas com outros membros da sua tribo.


Na nova sede, sala ampla, moderna, cercada de ar puro, verdes e boas energias, dá gosto acompanhar as travessuras estimuladas ou desenvolvidas pela espontaneidade de todos, alunos e mestres. Não se procura formar atletas e nem se enaltece o aspecto competitivo do esporte, apenas é método de apoio, de treinamento, de disciplina e planejamento. Encontramos duas faixas etárias, adequação própria para cada turma. De 5 a 6 anos, a programação difere da ministrada para alunos entre 7 e 8 anos. Pela declaração dos professores, com especialização em pedagogia e educação física, trabalho em equipe, os nossos pimpolhos são estimulados, através das narrativas históricas a usar a imaginação. Não apenas escutam o que é apresentado pelos mestres, mas também, eles devem trazer as próprias experiências, desenvolver suas próprias raízes.
O processo, moderno na concepção, permite uma aproximação mais rápida à psique infantil, mesmo crianças problemáticas, com maior facilidade são trazidas para atuar e interagir no grupo. É importante estimular também o hábito da leitura, algo que não é apresentado em currículos usuais. A existência da biblioteca no GNU poderá facilitar e mesmo estimular os garotos e garotas, nos hábitos saudáveis do aprendizado. Quanto a hábitos alimentares saudáveis, nas merendas é pedido que os pais incluam mais frutas, iogurte e sanduíches naturais, evitando doces, bolachas e

misturas com excesso de calorias. Ponto ainda a ser melhor trabalhado. Para o ano de 2011, no esporte, a ênfase ficará com o basquete, a natação e a esgrima. Cada aluno terá oportunidade de aprender os rudimentos de cada esporte A atividade física, essencial ao futuro de cada indivíduo, será uma das ferramentas usadas para disciplinar, orientar e até moldar a personalidade das crianças, algo essencial a uma boa existência como adulto no futuro. Bem-vindo ao Bairro Bela Vista, Projeto Despertar do GNU.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento” e ‘Onde Estão os Tubarões?’
Editora AGE

Patrocínios:

Uma Viagem a Colômbia – Aventura barata

Clube União de Viagens – Uma aventura na Colômbia


Dia 15 de junhono GNUSede Ato Petrópolis

Salão Nobre às 20 :00 horas

Com Felipe Daiello




A Colômbia, com múltiplas atrações, será o novo destino para os turistas brasileiros. Povo amável, educado, agora alegre após a derrota dos movimentos guerrilheiros e do narcotráfico. Nossa aventura começa por Bogotá, capital moderna, com obras de infraestrutura que irão alterar o seu perfil. A experiência usada em Curitiba para o transporte coletivo está em plena execução. Na parte antiga, no bairro da Candelária, estão os prédios coloniais,os museus, as igrejas, a catedral, as obras de arte religiosas. Com sorte podemos assistir touradas, algo que atrai os colombianos. São tradições de séculos, mesmo bárbaras, valem a pena. Perto de Bogotá, numa antiga mina de sal, encontramos a maior catedral subterrânea do mundo. Em Zipaquirá, escavada, podemos percorrer a famosa via-sacra e acompanhar os trabalhos executados pelos antigos mineiros. Depois, Medellín entra na rota. A cidade das flores, da eterna primavera, a única a apresentar metrô na Colômbia ,está a nossa espera.


Cidade de Fernando Botero apresenta na praça central, museu a céu aberto; mais de 24 esculturas. Segundo o escultor e pintor, ele não pinta personalidades gordas, elas apenas possuem volume. Muitas soluções usadas nas favelas e morros do Brasil surgiram nessa cidade magnífica. O uso de pólos culturais, nos diversos bairros. permite um desenvolvimento interessante para a metrópole. San Andrés, ilha no Caribe, próxima da Nicarágua, é experiência interessante. Diferente das pequenas Antilhas, sem hotéis cinco estrelas ,é experiência agradável e surpresa a repetir. Num mar azul-turquesa, com sete tonalidades, a ilha coralínea é paraíso para mergulhos. Zona franca, povo hospitaleiro falando um dialeto onde palavras inglesas se misturam a línguas africanas, San Andrés não tem igual no Caribe. Podemos circular em carros de golfe, de bicicleta, a pé, ou usando as “chivas”, ônibus com carroceria de madeira. A bebida local, o “coco-loco” ,preparado com uísque, rum, vodca, nos ajuda a navegar de modo fácil e rápido. A experiência de alimentar raias e depois segura-las nos nossos braços, interação fantástica, precisa ser repetida. Navios naufragados, ilhotas desertas, abrigos de antigos piratas, tudo estáà nossa disposição. Providencia, ilha próxima, quase deserta, foi local onde os piratas da época descansavam antes de atacar os galeões espanhóis. Talvez o primeiro SPA a ser introduzido no Novo Mundo.


Cartagena fica perto. A cidade murada, bem conservada, apresenta a típicaarquitetura colonial espanhola. O forte “San Felipe de Barradas”, nunca vencido, apresenta a arquitetura militar das Espanha. A frota da prata tinha aqui o seu ponto de partida. Circular pelas ruas de Cartagena recorda não apenas Garcia Marques ,escritor de “Amor em Tempos de Cólera”, mas também os ataques de piratas, debucaneiros e flibusteiros: Morgan, Drake, Walter Raleigh. As “Islas Del Rosário”, bem perto, convidam a passeios de barcos, mergulhos, compras e para apreciar o tradicional pargo, peixe

servido com arroz de coco e bananas fritas. Cartagena possui centenas de joalherias, onde esmeraldas, as pedras verdes eternas, continuam a tentar os nossos desejos e os nossos sonhos. No retorno, Cali, a cidade do narcotráfico, nos espera. A cidade da “salsa”, dos gatos de Tejada, do Cristo Redentor, do melhor rum da Colômbia é apenas ponto de rápida passagem. Bogotá antes do voo de retorno ainda apresenta surpresas. O Museu do Ouro, o Museu das Esmeraldas; La Lechuga – com mais de 1500 esmeraldas – é obra prima da ourivesaria cristã. Não podemos esquecer as rosas colombianas, magníficas. A exportação de flores pela Colômbia alcança um bilhão de dólares. Vale a pena visitar as estufas onde cores surpreendentes são preparadas. A troca da guarda presidencial não pode ser olvidada. São tantas as atrações, as tradições ,que um retorno breveà Colômbia precisa ser logo agendado.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento”
Editora AGE

Uma biblioteca exemplar


Pequena, humilde, mas agradável e promissora, a biblioteca implantada na Sede Alto Petrópolis do GNU é embrião de projeto mais ambicioso. Junto ao quiosque do Departamento de Tênis, no mezanino do prédio do restaurante, no espaço disponível no momento, ainda sem as condições ideais, uma biblioteca está surgindo. Os livros, todos, foram doados pelos sócios do GNU; ainda precisamos de armários, de pessoa qualificada para registrar, catalogar e arquivar as obras recebidas.


Os livros, todos, foram doados pelos sócios do GNU; ainda precisamos de armários, de pessoa qualificada para registrar, catalogar e arquivar as obras recebidas. No futuro, promessa da direção, local mais adequado será providenciado caso a intenção inicial tenha sucesso.


Pouco conhecida dos associados, falta divulgação, mesmo assim já começa a dar frutos. Os funcionários do GNU foram os primeiros a usar o acervo. Nas folgas, no horário de almoço, por conta própria fazem consultas e possuem autorização para levar as obras escolhidas para casa. Mesmo os mais simples adoram folhear os livros com mapas, com histórias de viagens, de relatos, de aventuras. Dispondo de área verde magnífica, o clube propicia espaço adequado para a leitura, tendo por pano de fundo: piscinas, quadras de tênis, árvores, pássaros e muito verde.




Muitos associados poderão, agora, usufruir melhor de ambiente tão agradável, usando o tempo ocioso para a leitura. Mesmo que o título escolhido não esteja disponível, sempre haverá a possibilidade de reler antigas obras, de fazer pesquisa ou dar uma folheada naquele livro ofertado. Enquanto se espera alguém, para aproveitar a tranquilidade e a energia positiva do local, nada melhor do que adotar, mesmo por minutos, aquele amigo, ansioso, curioso, esperando a oportunidade de também ele, aproveitar as delícias da sede do GNU Alto Petrópolis.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento” ‘Enfrentando os Tubarões’ ‘onde Estão os Dinossauros’
Editora AGE

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Leia o artigo como foi publicado no ZH Bela Vista , página 4 em 6 de maio de 2011.Clique no link abaixo da moldura


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Paraísos ecológicos pela Bela Vista


Manchas verdes, vistas do alto, aparecem como esperança no bairro. Pela proximidade, a área do Parque Alto Petrópolis do GNU, a área da Praça da Encol e da Praça Breno Vignoli, constituem uma microrregião com aspectos interessantes; merecem observação. A qualidade de vida de uma cidade, de uma região, de um bairro, pode ser medida pela quantidade de pássaros e principalmente pelo número de espécies que ali vivem. As estatísticas, as observações, já detectaram mais de 46 espécies de aves circulando pelo bairro Bela Vista.


Além das pombas, das comuns rolinhas, dos beija-flores, dos bentevis, dos joões-de-barro, das almas-de-gato, das corruíras, dos pica-paus de penacho amarelo e de crista vermelha, até o raro falcão peregrino entra na lista. Agora, bando de papagaios, cores brilhantes no verde, no amarelo e no azul, gritos estridentes, são passageiros ocasionais, mas com pedidos de visita nas residências do bairro. O que podemos fazer de prático para ajudar nossos companheiros alados? Não adianta falar em ecologia, em defesa do verde, da natureza e de plano de sustentação, sem medidas efetivas e racionais por nossa parte.


Pelo plantio de árvores frutíferas, de árvores nativas, sazonais na produção de frutos, podemos ajudar na alimentação dos nossos amigos. Sem alimento não teremos a alegre parceria. Os beija-flores agradecem quando plantamos em nosso jardim as suas flores preferidas. Pequenos lagos, fontes, bebedouros, são imprescindíveis, principalmente nas épocas secas do verão. Mesmo nas ruas e parques o plantio de goiabeiras, de laranjeiras, de amoreiras, pode ser incentivado.


A colocação de suportes metálicos, de apoios para ninhos, ajuda na etapa da nidificação. Aumentando o potencial alimentar, a quantidade de sabiás, até das arredias saracuras, com trinados e gritos madrugadores, nossos despertadores ecológicos, só pode aumentar. Mesmo em área mínima, plantando uma semente, colocando a muda adequada, uma bananeira, ocupando o espaço verde do condomínio, voluntários são necessários.

Com a missão de catalogar, de medir a variação das populações aladas, clubes de observadores de pássaros podem ser criados. A chegada de outro forasteiro, detectada, fotografada e divulgada. Evitar o excesso do concreto, do asfalto, usar a nova técnica das coberturas verdes nos prédios, nos telhados, vai melhorar a nossa qualidade de vida e do nosso ar. Colocar decalcos nas grandes vidraças, imagens negras de falcões, evita indesejáveis colisões e mortes desnecessárias. Pica-pau em voo livre não teve essa sorte. Gatos abandonados, proliferando-se de modo descontrolado nos parques, são problemas. O instinto felino causa mortalidade exagerada quando os filhotes recém-emplumados ensaiam os primeiros voos.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento”
Editora AGE

veja o artigo como foi publicado na Zero Hora Bairro Bela vista

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