Rodas da Fortuna – Palestra sobre a Trilogia

Rodas da Fortuna – Trilogia

www.daiello.com

A divulgação da Trilogia das Rodas da Fortuna, através de palestras, traz a dificuldade de encontrar o caminho adequado. Além de explicar como a ideia surgiu, como o desenvolvimento dos livros tomou forma desde o lançamento de “Enfrentando os Tubarões”, é importante mostrar as lições que podemos tirar após a leitura.

Além de falar e explicar como as Rodas da Fortuna seguem marcha inexorável para frente, desde que condições favoráveis existam; é importante abordar o efeito das ideias ideológicas de esquerda que produzem o atraso, bem como o da direita conservadora que tem medo da inovação, da globalização e da necessidade de alterarmos alguns processos e parâmetros.

É importante usar modelo atual; através de audiovisual mostrar aos ouvintes algo real e moderno.

Os meus contos, abrangendo 7.000 anos de histórias do homem, apresentam os procedimentos, a liberdade de ação, a evolução da ciência, a boa gestão dos recursos, o que tornou vencedores os heróis de cada época.

Observando os capítulos associados à Conquista da América de Colombo, a Saga Portuguesa, a construção da Nova França, a expansão americana rumo ao Oeste distante, o surgimento do polo tecnológico de Chicago e o Projeto Manhattan, a escolha vai recair em Nova York.

Poderia ter sido Singapura, Hong Kong ou mesmo Seul, mas a cidade mais global do mundo foi a escolhida.

Mais de 160 línguas são ali faladas, e ,mesmo após o desastre de 11 de setembro de 2001, a reconstrução, os novos investimentos, os prédios modernos, a expansão da cultura, não deixam mais dúvidas.

Nova York sempre apresenta atrações e novos encantos aos que chegam. É impossível ver tudo numa única jornada. É preciso retornar.

O núcleo principal está na Ilha de Manhattan, mas não podemos esquecer o Brooklyin, Queens, State Island, o Bronx e Long Island, cada bairro com as suas peculiaridades.

Para conhecer a cidade, onde hoje as Rodas da Fortuna estão acelerando é preciso alguns cuidados e estabelecer prioridades.

Tendo 7, 12 ou 18 dias é preciso planejamento, marcar o que é essencial nos nossos desejos e nas necessidades que armazenamos durante a nossa vivência.

Os passeios fluviais, em torno da ilha, servem para ter visão do perfil pleno de arranha-céus. O final da tarde, concluindo pelo anoitecer, fica magnífico quando as luzes se acendem.

Do alto, a visão surpreende pelos detalhes do gigantismo da arquitetura moderna com prédios de vanguarda. Do Rockfeller Center, do Empire State Building, temos vistas tradicionais. O ingresso no Empire para o mesmo dia, permite acesso diurno e também noturno depois das 22 horas. Aprecie o contraste.

Mas o novo ícone, o World Trade Center, que substitui as Torres Gêmeas, em visão 360° deslumbra pela possibilidade de tomadas. Fotos incríveis.

Na área destruída, vamos encontrar a futura Estação Ferroviária Central e muitos monumentos.

Os projetos de vanguarda surpreendem pelas linhas, pelo projeto e pelos avanços tecnológicos no uso das instalações.

A “High Line”, elevada para pedestres, antiga rede de trens, nos dá visão do Rio Hudson e do Lower Manhattan.

A Broadway, cada vez mais luminosa é o charme da noite, depois dos teatros, da ópera, dos balés e recitais. Os maiores artistas do mundo, independente da nacionalidade, alcançam aqui o sucesso merecido.

Os museus exigem rigorosa seleção, difícil saber o que fica para a próxima vez.

A invasão coreana trouxe variáveis para a culinária. Mesmo com poucos dólares, as ofertas são adequadas, mesmo para turistas com recursos escassos.

O uso de passes combinados, para pelo menos 7 dias de estada, nos dá acesso ao essencial da viagem, de posse de mapa turístico, destaque os pontos de interesse. Depois estabeleça a prioridade. Não esqueça.

Há tanto para ver, nossos dias são escassos. Mesmo correndo, nossos passos vagabundos vão deixar muitos locais apenas como lembrança.

Quando retornar?

Quantas avenidas, mercados como o de Chelsea ou o Hell’s Kitchens ficaram para trás? Concertos em igrejas e no Central Park? Contato com o povo; as coleções de arte de particulares milionários e mesmo o complexo da ONU com pinturas de Portinari, o que esta cidade que avança no tempo ainda precisa apresentar?

“NY é a cidade que nunca dorme”. Palavras de Frank Sinatra.

 

No dia 6 de setembro , no Grêmio Náutico União, Rua João Obino 300, sede Alto Petrópolis , foi a primeira apresentação.

 

Na 62° Feira do Livro ‘As Rodas da Fortuna’ estarão disponíveis na AGE -Banca 74, Em frente ao Memorial do RGS- antigo prédio dos Correios

detalhesdetalhesdetalhesdetalhes

Convite para a 62ª Feira do Livro

 

Os jacarandás renovam o convite, mais uma Feira do Livro em Porto Alegre. Os livros serão os anfitriões.

No dia 29 de outubro, sábado, as 16:00 horas apresentarei palestra sobre a minha trilogia, denominada de “Os Caminhos da Fortuna”, oportunidade para encontro de amigos, de colegas, de antigos e novos alunos.

Tendo Paulo Ledur como mediador, através de audiovisual, além de mostrar como a ideia surgiu, das técnicas literárias empregadas, uma interpretação das narrativas das histórias, desde a pré-história até tempos modernos, a importância de líderes são destacadas. Para escapar das cavernas, da ignorância, do medo e do domínio de falsos profetas, foi necessário coragem. Enfrentar os Tubarões, todos, o principal desafio. Depois as rodas, numa espiral infinita, começam a sua marcha.

“As Rodas da Fortuna”, 2 volumes, através de novelas, de relatos históricos, apresentam a evolução da riqueza, os desafios a vencer, as etapas da evolução.

O senhor de hoje, pelos erros de economia, será depois de múltiplas bancarrotas o escravo do amanhã. Aprender com as lições é importante.

“Sai mais barato aprender com os erros dos outros”.

Num desafio global, não se fala de esquerda ou de direita em política, mas sim em boa gestão, no uso adequado de recursos, no financiamento de ações criadoras, no incentivo ao estudo, à pesquisa, `a busca de novos métodos. Não podemos esquecer: a “Espiral é Infinita”.

Rodas da FortunaAo lançar a segunda parte de “As Rodas da Fortuna”, o escritor Felipe Daiello completa ciclo de 7000 anos de estórias associadas à evolução da humanidade. Personagens numa segunda linha de atuação formam os heróis, os precursores, os idealistas que saíram da caverna das superstições, das ideias erradas e foram capazes de seguir as luzes de novas verdades.

O conceito de espiral da eternidade é desenvolvido, elo a elo, cadeia a cadeia, a necessidade de ampliar a sua dimensão, pela contribuição de nomes que os anos sepultam no esquecimento, é apresentado em cada capítulo. Desde o alvorecer da civilização, na distante e esverdeada Irlanda, passando pela Suécia, Cartago, Roma, Petra e a Rota do Incenso, pelos Vikings, pelas Cruzadas, por Marco Polo e suas “mentiras”. Continua por financista cuja família elegeu 3 Papas e criou e ampliou conceitos bancários, pelo Ciclo de Descobertas Portuguesas pelo auge do Império Espanhol, pelos Huguenotes e a Reforma Religiosa, pelos anos dourados de Amsterdã, pela loucura econômica da França, por Napoleão, pela expansão das fronteiras da América do Norte e sua corrida em busca de ouro e das águas do Pacífico. Prossegue com a expansão comercial do Império Inglês, a época da Cidade Luz em Paris e a Torre Eiffel, o poder industrial emergente da América, o Projeto de Bomba Atômica, o pesadelo da Petrobrás e a quebra econômica brasileira. Culminando com o ensaio sobre o futuro da humanidade e seus androides precursores de novos tempos; lições para aprender e acompanhar o curso inexorável das Rodas da Fortuna.

Elas não vão nem para a esquerda e nem para a direita, eles rolam para frente sinalizando o caminho do sucesso e da felicidade, mas dirigentes políticas ignorantes, corruptos, mal intencionadas, gastando milhões de impostos crescentes, em decisões equivocadas fazem as Rodas da Fortuna direcionarem-se para o atraso, para a recessão, para a inflação, para o desemprego e revoluções sociais.

Além de uma boa leitura, o autor procura motivar os que entendem a sua mensagem, para lutar pelo seu futuro, pelo sucesso de seus filhos e netos.

A espiral da eternidade não perdoa os omissos, os covardes e os que não descobrem a luz da verdade, preferindo a escuridão do fanatismo e do retrocesso.

Felipe Daiello com” Rodas da Fortuna parte II” completa a trilogia iniciada em “Enfrentando os Tubarões”, onde o segredo do sucesso é apresentado.Como afirma Armindo Trevisan:

Estamos, sem dúvida, diante de uma nova modalidade de literatura, a literatura que monta num cavalinho de pau e viaja pelos territórios do coração, da mente e da simples estesia.

Daiello pratica tal literatura. Não cansa o leitor, porque é culto, imprevisível e inventivo. Por outro lado, não aporrinha ninguém com lições de oculta sabedoria.

Pasme, por sua vez, o leitor perante a complexa e infindável cadeia de destinos humanos que o aguarda nas páginas de ficção de Daiello.

O contista não “distorce” os fatos. Prefere envolvê-los numa aura que, desde Guimarães Rosa, passou a chamar-se estória, uma interpretação bem estruturada, livre e imaginosa dos fatos do passado.

Para Percival Puggina:

Felipe Daiello, autor e viajor, roda o mundo com a acuidade e a prontidão do bom estudante. Não apenas lê. Vai e vê. Sente a história como algo que flui. E nesse corpo fluido de eventos dá vida a personagens que multiplicam seus pontos de vista. Aqui, ele contempla o girar das rodas da fortuna. Põe essas coisas do pensamento; vieram-me à mente aqueles jogos de armar nos quais uma tela inteira vem num saquinho de muitas peças misturadas para que, laboriosamente, o conjunto seja remontado.

É a técnica do autor. Só quem conhece a imagem inteira pode, depois, fragmentá-la segundo a inspiração, a intenção e a criação literária propõem. O leitor de “As rodas da fortuna II” conhecerá histórias incomuns, apresentadas como recortes da grande experiência humana.

Jornal RS letras nº163 página 3, abril/2016

 

Felipe Daiello foi autor destacado em Lendo nossos autores II (caravela,20011:55-63), de Antonio Soares. Seu nome figura ao lado de Perpétua Flores, Zeno Cardoso Nunes, Heino Willy Kunde, Moisés Silveira Menezes, José Moreira das Neves e outros. Isso lhe dá jus a invocar uma já razoável recepção para seus nomes e obra.

Mas… olhos voltados para frente! Nos contatos tidos com Daiello, o encontramos sempre envolvido na roda viva da vida. Ora, regressando de uma viagem do exterior a pedir forma verbal. Ora, regressando de uma viagem do exterior a pedir forma verbal, ora com nova obra entre mãos para lançar. Nunca de perna torta encostada na preguiçosa bengala ou com medo de sair à rua por causa do frio ou dos assaltantes. Ele sempre em ação. Dele vale dizer: nada na inteligência que não venha da experiência. E muito rica, variada e profusa é essa experiência que lhe determina a múltipla criação literária. Para Daiello tudo é vida, e ação e nisso a criação de novas e cada vez melhores formas literárias.

Daiello sabe buscá-las e procurá-las na clássica evasão para os terrenos virgens da ação criadora do homem. Esta, a marca do grande autor.

detalhesdetalhesdetalhes

As Rodas da Fortuna Parte 2. Novo livro Daiello.Lançamento

Ao lançar a segunda parte de “As Rodas da Fortuna”, o escritor Felipe Daiello completa ciclo de 7000 anos de estórias associadas à evolução da humanidade. Personagens numa segunda linha de atuação formam os heróis, os precursores, os idealistas que saíram da caverna das superstições, das ideias erradas e foram capazes de seguir as luzes de novas verdades.

O conceito de espiral da eternidade é desenvolvido, elo a elo, cadeia a cadeia; a necessidade de ampliar a sua dimensão, pela contribuição de nomes que os anos sepultam no esquecimento, é apresentada em cada capítulo. Desde o alvorecer da civilização,inicia na distante e esverdeada Irlanda, passando pela Suécia, Cartago, Roma, Petra e a Rota do Incenso, pelos Vikings, pelas Cruzadas, por Marco Polo e suas “mentiras”. Continua por financista cuja família elegeu 3 Papas e criou e ampliou conceitos bancários, pelo Ciclo de Descobertas Portuguesas pelo auge do Império Espanhol, pelos Huguenotes e a Reforma Religiosa, pelo anos dourados de Amsterdã, pela loucura econômica da França, por Napoleão, pela expansão das fronteiras da América do Norte e sua corrida em busca de ouro e das águas do Pacífico. Prossegue com a expansão comercial do Império Inglês, a época da Cidade Luz em Paris e a Torre Eiffel, o poder industrial emergente da América, o Projeto de Bomba Atômica, o pesadelo da Petrobrás e a quebra econômica brasileira. Culminando com o ensaio sobre o futuro da humanidade e seus androides precursores de novos tempos; lições para aprender e acompanhar o curso inexorável das Rodas da Fortuna.

Elas não vão nem para a esquerda e nem para a direita, elas rolam para frente sinalizando o caminho do sucesso e da felicidade, mas dirigentes políticos ,ignorantes, corruptos, mal intencionadas, gastando milhões de impostos crescentes, em decisões equivocadas fazem as Rodas da Fortuna direcionarem-se para o atraso, para a recessão,para a inflação, para o desemprego e revoluções sociais.

Além de uma boa leitura, o autor procura motivar os que entendem a sua mensagem, para lutar pelo seu futuro, pelo sucesso de seus filhos e netos.

A espiral da eternidade não perdoa os omissos, os covardes e os que não descobrem a luz da verdade, preferindo a escuridão do fanatismo e do retrocesso.

O Lançamento será no dia 30 de abril, sábado às 17 horas na Livraria Cameron no Shopping Bourbon Wallig na Av. Assis Brasil 2611

detalhes

detalhes

Rodas da Fortuna 2 – Release

detalhes

Passada a fase infantil, depois dos contos eróticos para mulheres – Os Segredos da Fechadura –, o caminho tomava direção bem oposta. O que era para ser a rotina, os azares da Bolsa de Valores, com todos os riscos do mercado de renda variável, ficou no passado. Visita efetuada em Cemitério Megalítico, na Irlanda do Norte, um dos mais antigos do mundo, alterou o processo de criação inicial.

Gravado na pedra, aquele símbolo despertou a imaginação. Diversos autores, em registros simples e duplos, o que os espirais indicavam? Qual o significado do trabalho efetuado há mais de 6.000 anos?

Em sítios arqueológicos espalhados pelo mundo, a lembrança trazia semelhantes desenhos.

As Rodas da Fortuna começavam a se destacar na imaginação. Poderia surgir outro romance de aventuras, imenso, longo, como os espirais que não tinham final. O que eu precisava escrever cobriria quase 7.000 anos de história da humanidade, pois as rodas iriam percorrer séculos no seu percurso sem término. No entanto, pequenas novelas, curtas, cobrindo dezenas de anos, mesmo gerações, foi a decisão tomada.

Cada capítulo abrangeria um período. Apesar de descontínuos na cronologia, cada episódio está relacionado a momentos de grande evolução no horizonte e na vida dos homens e das suas nações. Instantes de alteração no jogo do poder, na política das nações e na alteração de fronteiras pelo mundo em expansão no conhecimento e na fortuna.

Os personagens, imaginários, são apenas figurantes no meio de vultos importantes, pessoas com biografias apresentadas por historiadores famosos. Em As Rodas da Fortuna, os coadjuvantes assumem a direção, no palco da vida, no dia a dia comum dos mortais; pelas suas ações, pelas decisões do momento, eles descreverão a sua história e escreverão o seu destino.

Acompanharão, na linha de frente, o rolar de As Rodas da Fortuna, enfrentando dificuldades até alcançar o êxito desejado.

O seu legado precisa ser preservado, as lições de êxito, superação e separação das provas exigem discípulos atentos e filhos disciplinados.

No decorrer dos séculos, As Rodas da Fortuna, tem curso inexorável; é preciso acompanhá-lo para não sermos esmagados por descuido, por desleixo ou preguiça.

Para perseguir o elo da imortalidade, deixando ensinamentos para as futuras gerações, energias invisíveis, positivas na ação, ajudam a manter a espiritualidade, o foco centrado, dos nossos filhos, dos nossos netos e alunos.

O sucesso precisa ser treinado, domado pela ação dos propósitos; ele não é alcançado por todos os que o perseguem; apenas os escolhidos, os que seguem os bons mestres, terão a chance da recompensa.

As Rodas da Fortuna apresentam enigmas que acompanham a nossa curta passagem pela Terra. É importante descobrir a rota adequada, não ficar imobilizado, aguardando o que não chega. Não fique parado, sem nada ver ou procurar; acerte a bússola, encontre o mestre, para pelo menos não ser esmagado no caso de descuido ou desleixo. Mesmo ao longo dos séculos, a relação aluno-mestre não pode ser descurada.

convite data 30 de abril

detalhes

Felipe Daiello, gaúcho de Porto Alegre, engenheiro, professor e empresário, após a publicação de nove livros, concluída a fase de literatura infantil com: A Viagem dos Bichos e Aventuras dos Bichos, continuou o desafio com Os Segredos da Fechadura, que representa fronteira a desvendar.

Agora o caminho tomava direção bem oposta. O que era para ser a rotina, os azares da Bolsa de Valores, com todos os riscos do mercado de renda variável, ficou no passado. Visita efetuada em Cemitério Megalítico, na Irlanda do Norte, um dos mais antigos do mundo, alterou o processo de criação inicial.

As Rodas da Fortuna começavam a se destacar na imaginação. Poderia surgir outro romance de aventuras, imenso, longo, como os espirais que não tinham final. O que eu precisava escrever cobriria quase 7.000 anos de história da humanidade, pois as rodas iriam percorrer séculos no seu percurso sem término. No entanto, pequenas novelas, curtas, cobrindo dezenas de anos, mesmo gerações, foi a decisão tomada.

As Rodas da Fortuna

A história, cujos lances Daiello faz reviver com seus episódios, escritos num estilo comunicativo e ágil, acaba convertendo-se em amável convite para percorrer léguas e léguas da História em si, como as poderia percorrer um turista com sensibilidade aos aspectos das paisagens, aos mil e um incidentes da jornada, e até aos sortilégios das Mil e uma Noites do Oriente.

O contista não ‘distorce’ os fatos. Prefere envolvê-los numa aura que, desde Guimarães Rosa, passou a chamar-se estória, uma interpretação bem estruturada, livre e imaginosa dos fatos do passado.

Armindo Trevisan