Mercado de Flores de Amsterdam

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À medida que Amsterdam aumentava a sua população, no início do Século Dourado da cidade, era necessário ganhar mais áreas dos pântanos e alagados. Canais para drenagem eram escavados, o rio Amstel precisava ser domado. Aos poucos, os números de canais, de pontes, têm aumento crescente. Nos novos bairros surge parte do Nieuw Markt.

Em formato de meio-círculos, o esquema de metrópoles começa a ser desenhado. O encanto de Amsterdam, atração para os turistas, começa a ser formatado. Agora é o momento de conhecer Amsterdam e seus segredos. O deslocamento fluvial é a indicação.

Hoje é possível circular pelos canais para ter vista global da cidade. O estacionamento é difícil e caro. As bicicletas invadem tudo; atenção para não ser atropelado por elas, que têm preferência e faixa especial de circulação. Cuidado para não invadir o seu domínio; os ciclistas reagem furiosos e aos gritos.

Ao circular pelas ruas da Antiga Igreja, pelo bairro da luz vermelha, local onde os antigos marujos procuravam fugir da solidão das ondas, vamos encontrando pontos turísticos de Amsterdam: o antigo farol e a Torre de Vigia, guardiões do porto e das riquezas ali acumuladas. O Palácio Real, a Nova Igreja, a “Weigh House”, a Sinagoga Portuguesa, o Teatro Real, e o prédio da ópera aparecem em sequência. Não podemos esquecer o Risk Museum, ao lado da casa de Rembrandt e o Novo Museu Van Gogh. Durante o Século Dourado, no século XVII, Amsterdam acumulou riqueza e obras de arte de valores inestimáveis.

O Mercado das Flores, característica da atual Holanda; junto ao canal Sengel, perto de Munt Plein, é o local para adquirir aquele agregado de cores. As tulipas, flores características, mesmo sendo originadas da Anatólia, na Turquia, são o que chamam atenção.

Circulando por Amsterdam, em todos os cantos, vamos encontrando bancas enfeitadas por maravilhas coloridas. A Holanda é um dos maiores mercados exportadores de flores do mundo.

O Albert Cuyp, perto do Heineken Plein e da cervejaria de mesmo nome, era o único mercado disponível no dia; estava perto do nosso hotel. Não podíamos desperdiçar a oportunidade.

Além das flores, dos arranjos, da decoração associada, era oportunidade para verificar o que se vendia além das tradicionais lembranças, das bolsas, das bugigangas típicas de todos os mercados. Os preços aqui são mais adequados do que encontramos nas lojas e mercados do centro.

O horário é que é curto, perto das 17 horas as bancas começam a fechar. Temos que comprar rápido as frutas, os queijos e os artigos de primeira necessidade.

As tendas ocupam todo o centro da rua, mas a circulação não é difícil.

Os tamancos, cores e desenhos diferentes, as réplicas de antigas casas, com imensas janelas e pouca frente são recordações tentadoras. Como o imposto era cobrado pela extensão de frente das residências, a solução foi reduzir a fachada e aumentar o número de pisos. Fazer mudanças nos prédios antigos, mesmo nos restaurados, não é fácil. É preciso retirar as janelas e levar os móveis até a única abertura disponível. Todos s prédios já disponibilizam suporte para colocação de roldanas para içamento.

Depois é preciso ir para o setor das especiarias, dos pepinos, dando atenção a seguir para queijos e variantes ofertados.

Os peixes, salgados e defumados, constituem outra característica de Amsterdam. A combinação com pepino não é agradável para o nosso paladar. Mas é refeição rápida disponível. Os locais adoram.

A seguir entramos na área dos doces, das sementes e dos pães.

Como aperitivo, as cerejas, a baixo preço, serão nossas companheiras para os próximos minutos. Deliciosas.

No retorno, não há como escapar; a Cervejaria Heineken está no caminho. Momento de abrandar nossa sede e desejos. Descansar é necessário, algo que os passos do turista, já exausto, agradecem.

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MERCADO NOTURNO DAS DAMAS EM HONG KONG. NOITE DE LUA CHEIA

Tradição da cidade, servido principalmente por mulheres, o mercado ocupa vários quarteirões da região da península. As ruas são bloqueadas para o tráfego e barracas ocupam todo o espaço possível do asfalto.

A circulação não é fácil, ainda mais que restaurantes pequenos, com os pratos tradicionais ocupam todas as laterais das ruas. Para ocidentais a escolha do cardápio não é fácil. Por segurança, pratos de arroz ou de massa são os mais indicados.

Além das tradicionais quinquilharias, o mais recomendado são as bolsas na versão “genérico”. É preciso atenção e pechinchar. Uma Luis Vuitton, uma Prada, uma Michel Kors, uma Guess, que nas lojas de grife ultrapassam 2 a 3 mil dólares, aqui podem ser adquiridas por 300 a 400 US. Cuidado! Mesmo o produto genérico pode ser falsificado; os chineses possuem mais de 5.000 anos de malandragem nos negócios e precisamos ter cuidados. Nunca aceite a primeira contraoferta e nem compre por impulso. O cartão de crédito exige prudência.

O que caracteriza a região é o contraste entre as lojas de grife mundial, magníficas na arquitetura, nas vitrines, no bom gosto da decoração e os artigos sendo lançados em tendas nas ruas.

Todas as novidades para a próxima estação são tentações para resistir.

O Mercado Noturno, instituição chinesa, apresenta alternativa bem mais barata, pitoresca e bastante turística. Oportunidade de compra T-Shirt com desenhos de Hong Kong, pinturas, artigos de jade de segunda linha, roupas tradicionais cheias de brilho, bolsas de tecido bordado, cintos, acessórios para telefones celulares, carregadores não muito confiáveis, bolsinhas para noite, mochilas, meias, sapatos, tênis, tudo que pode depois ficar numa das gavetas da nossa casa. Não se pode comprar pelo preço, por impulso.

Os letreiros, os anúncios coloridos dão aspecto interessante e colorido para a noite. Por sinal, agradável e de lua cheia. O problema é que, por mais que procurássemos não conseguíamos avistar a fugitiva.

Onde estaria retira a danada? No retorno, perto da baía, de repente a resposta. Algo quase inacreditável. Naquela noite, dia específico, era momento de eclipse total. Durante 4 horas a lua escapava dos olhares curiosos e ansiosos de dois brasileiros.

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Mercado de Flores de Amsterdam

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À medida que Amsterdam aumentava a sua população, no início do Século Dourado da cidade, era necessário ganhar mais áreas dos pântanos e alagados. Canais para drenagem eram escavados, o rio Amstel precisava ser domado. Aos poucos, os números de canais, de pontes, têm aumento crescente. Nos novos bairros surge parte do Nieuw Markt.

Em formato de meio-círculos, o esquema de metrópoles começa a ser desenhado. O encanto de Amsterdam, atração para os turistas, começa a ser formatado. Agora é o momento de conhecer Amsterdam e seus segredos. O deslocamento fluvial é a indicação.

Hoje é possível circular pelos canais para ter vista global da cidade. O estacionamento é difícil e caro. As bicicletas invadem tudo; atenção para não ser atropelado por elas, que têm preferência e faixa especial de circulação. Cuidado para não invadir o seu domínio; os ciclistas reagem furiosos e aos gritos.

Ao circular pelas ruas da Antiga Igreja, pelo bairro da luz vermelha, local onde os antigos marujos procuravam fugir da solidão das ondas, vamos encontrando pontos turísticos de Amsterdam: o antigo farol e a Torre de Vigia, guardiões do porto e das riquezas ali acumuladas. O Palácio Real, a Nova Igreja, a “Weigh House”, a Sinagoga Portuguesa, o Teatro Real, e o prédio da ópera aparecem em sequência. Não podemos esquecer o Risk Museum, ao lado da casa de Rembrandt e o Novo Museu Van Gogh. Durante o Século Dourado, no século XVII, Amsterdam acumulou riqueza e obras de arte de valores inestimáveis.

O Mercado das Flores, característica da atual Holanda; junto ao canal Sengel, perto de Munt Plein, é o local para adquirir aquele agregado de cores. As tulipas, flores características, mesmo sendo originadas da Anatólia, na Turquia, são o que chamam atenção.

Circulando por Amsterdam, em todos os cantos, vamos encontrando bancas enfeitadas por maravilhas coloridas. A Holanda é um dos maiores mercados exportadores de flores do mundo.

O Albert Cuyp, perto do Heineken Plein e da cervejaria de mesmo nome, era o único mercado disponível no dia; estava perto do nosso hotel. Não podíamos desperdiçar a oportunidade.

Além das flores, dos arranjos, da decoração associada, era oportunidade para verificar o que se vendia além das tradicionais lembranças, das bolsas, das bugigangas típicas de todos os mercados. Os preços aqui são mais adequados do que encontramos nas lojas e mercados do centro.

O horário é que é curto, perto das 17 horas as bancas começam a fechar. Temos que comprar rápido as frutas, os queijos e os artigos de primeira necessidade.

As tendas ocupam todo o centro da rua, mas a circulação não é difícil.

Os tamancos, cores e desenhos diferentes, as réplicas de antigas casas, com imensas janelas e pouca frente são recordações tentadoras. Como o imposto era cobrado pela extensão de frente das residências, a solução foi reduzir a fachada e aumentar o número de pisos. Fazer mudanças nos prédios antigos, mesmo nos restaurados, não é fácil. É preciso retirar as janelas e levar os móveis até a única abertura disponível. Todos s prédios já disponibilizam suporte para colocação de roldanas para içamento.

Depois é preciso ir para o setor das especiarias, dos pepinos, dando atenção a seguir para queijos e variantes ofertados.

Os peixes, salgados e defumados, constituem outra característica de Amsterdam. A combinação com pepino não é agradável para o nosso paladar. Mas é refeição rápida disponível. Os locais adoram.

A seguir entramos na área dos doces, das sementes e dos pães.

Como aperitivo, as cerejas, a baixo preço, serão nossas companheiras para os próximos minutos. Deliciosas.

No retorno, não há como escapar; a Cervejaria Heineken está no caminho. Momento de abrandar nossa sede e desejos. Descansar é necessário, algo que os passos do turista, já exausto, agradecem.

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Mercado Ecológico de Union Square em NY

Na parte baixa de Manhattan, lá pela 14th Street, perto do bairro Gramercy, antigo reduto de traficantes, após a aplicação da política de tolerância zero, Union Square recuperou prestígio e audiência.

Entre a 5th Avenue e a Park Avenue, hoje é local obrigatório para os turistas, principalmente para adquirir frutas e vegetais com bom preço e no politicamente correto da ecologia.

Nova York, na parte central, principalmente, é dispendiosa para turistas desavisados; os preços são salgados, necessário encontrar alternativas. Chinatown é outro lugar para boas aquisições, outro ponto de visita obrigatório.

O mercado verde, com agricultores vindos das regiões próximas, com seus produtos isentos de agrotóxicos é a vedete do dia. Oportunidade para adquirir maçãs, vários tipos e preços, além de excelente sidra, inclusive deve ser tomada aquecida nesse dia frio de inverno. Estamos em dezembro. Podemos ter outro Natal Branco.

Legumes, inclusive tomates miniaturas, formatos diferentes e cores desconhecidas, abrem outras alternativas para as saladas. Berinjelas brancas, abóboras, cenouras, nabos, rabanetes, estão presentes em muitas bancas.

Doces caseiros, tortas deliciosas no aspecto e insuperáveis no aroma tentam nossos olhos, nossas bocas, estimulam a gula .

Cestas com presuntos, com pães caseiros, donuts, estão perfiladas nas bancas, fazem saudações à nossa passagem.

Flores, arranjos elegantes, multicores. Estão bem ao lado, convidam para presentes ou para apresentação de desculpas.

O interessante, área destinada aos nossos cães, é o local onde ossos de bisão, de avestruzes e mesmo de gado estão na fila para a próxima aquisição. Esqueci de pedir a receita do dia para a sopa sugerida.

Para os gastrônomos, para uma boa mesa, as Kallets, híbrido de repolho de bruxelas, aspecto distinto, 3 dólares a peça, são atração com suas sugestões de serem consumidas grelhadas, refogadas ou assadas.

Frutas silvestres também ocupam o seu palco, além das berryes tradicionais. Como estamos no inverno, as cramberryes estão expostas no seu vermelho tradicional.

Na época de Natal, no final de tarde, bancas com artigos natalinos também têm oportunidade de atrair a atenção dos consumidores.

Depois, com intenção de conhecer o famoso edifício Flatirion, com proa localizada na 23th Street com a Broadway, no caminho temos a oportunidade de em veículo especial, com mil variedades e açucares, de adquirir a famosa pipoca americana. O veículo abastecedor está ali, bem na esquina. Vá em frente. A música da propaganda nos atrai.

Não podemos esquecer os temperos e as plantas que podem crescer nos apartamentos. Em recipientes especiais, podem ter colheita diárias, para produzir o remédio natural que vai abrir para o crente a porta da fonte da eterna juventude. O gosto não era muito agradável no verde escuro do copo. Mas não deu para recusar a oferta. O vendedor era insistente nos argumentos.

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Mercado da Cerveja

A antiga região de Flandres, das guerras entra protestantes e católicos, após a libertação do jugo espanhol, constitui hoje o território Belga. Região de museus, de tradições, de antigas cidades medievais, como Brugges e Gant.

No momento, a Bélgica é o país que concentra a maior parcela de abadias beneditinas que podem e estão autorizadas à fabricação da cerveja mais apreciada no mundo.

Seguindo tradições de séculos, formula secreta na elaboração da bebida, os monges trapistas estão na vanguarda tanto na propaganda quanto na qualidade do que produzem.

Podemos fazer roteiros turístico em busca das preciosidades; são sete locais na Bélgica e um no norte da França.

Os beneditinos, seguindo a tradição de São Bento, nascido em Nochia na Umbria Italiana, além da oração seguiam o mandamento do trabalho, do não a preguiça, da necessidade da ocupação racional do tempo, das tarefas essenciais à ampliação da ordem. Para nossa alegria e prazer, a fabricação artesanal da cerveja foi uma das atividades escolhidas.

Não é possível esquecer que a utilização da cerveja como bebida do dia a dia, era mais saudável do que consumir água, na maioria contaminada. O consumo podia alcançar 5 a 6 litros por dia.

Cada abadia, possui a sua marca,; no rótulo temos todas as informações necessárias. Importante distinguir aquele toque, o diferencial.

Tendo a cevada como base, malte especial, o lúpulo adequado e aquele mistério que não divulgam, as cervejas rivalizam com os produtos da Bohemia, na atua República Checa.

Em lojas especializadas, todas as marcas estão acessíveis – em Bruxelas podemos acompanhar a rota das cervejas.

Não são baratas, mas a tentação, o prazer, merecem o desfalque no nosso bolso ou no limite do nosso cartão de crédito.

Encontramos diversas possibilidades, tanto no teor alcoólico como na cor e no sabor. Mistura com frutas, principalmente vermelhas, sabores adocicados, cervejas bastante apreciadas nos séculos XIV, XV, e XVI podem ser degustadas.

Para o brasileiro, o paladar condicionado ao gelo pode ser considerado mais uma heresia.

– Naqueles anos, era saudável e vital beber cerveja – o nosso guia explicava porque a água era evitada como bebida para matar a sede.

– Por isso, a população andava em estado de meio embriaguez, pronta para iniciar a primeira briga logo depois do terceiro copo – era o que nós podíamos dizer.

-Verdade! Boa maneira de acertar as discussões naturais do dia – rindo ele aceitava a nossa brincadeira.

Apesar de não ser grande apreciador, não resisti a provocação e aos poucos foi dominado por aquela danada.

Com teor alcoólico elevado, mais de 10%, era a maneira mais adequada de encerrar a noite, quando após nossa pesquisa chegava ao hotel para o devido repouso.

Em Brugges, etapa obrigatória, além da Pietá, única obra de Michelangelo fora da Itália e que foi roubada pelos nazistas durante ocupação na 2ª Guerra Mundial, uma visita a cervejaria Halve Maan não pode ser negligenciada.

Além dos chocolates, outra perdição, a cerveja na Bélgica alcança patamares de joias, o que exige e redobra o nosso interesse.

A propaganda, intensa, nos leva a caminhos de perdição, rotas que não podemos escapar. Siga o pecado.

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