A Colonial Bogotá


Apesar da modernização da cidade, com amplas avenidas sendo preparadas para o transporte em massa, com pistas para bicicletas, dos inesgotáveis engarrafamentos, função das obras em andamento, a parte antiga de Bogotá pode ser visitada usando apenas os nossos passos. Desde a Catedral, circulando pelas igrejas de Nossa Senhora de Carmem, da Candelária, de San Agustin, pela Capilla Del Sagrado, pela igreja de San Francisco, de Vera Cruz, de La Tercera e mesmo pela mais distante Igreja de San Juan de Dios, é possível passear por ruas preservadas, com casas e prédios no estilo colonial espanhol. Os templos são magníficos, com apliques de madeira, com detalhes dourados, tanto no altar principal quanto nos secundários e nas laterais. Outra característica são os quadros com pinturas sacras, cores

escuras, imensos, dependurados. Tradição religiosa. Na antiga prisão, remodelada, moderna, atual Museu Nacional, as coleções mostram aspectos da história da Colômbia, desde as origens até a sua independência em 1810. Só com lutas e sangue em 1821, realmente, a separação da Espanha foi concretizada. A entrada é grátis. Só a visita ao prédio vale o desvio. Exposições temporárias são possibilidades. A ação dos piratas nas costas colombianas atraíram a minha atenção. Personagens ilustres, da Inglaterra, fazem parte da relação: Sir Walter Raleigh, Sir Francis Drake, Sir

Henry Morgan. Na Praça de Touros, Santa Maria, com sorte, pois estamos na temporada, assistimos a uma corrida, uma competição entre touro e toureiro. Depois no palácio Navarino, primeira residência presidencial, assista a troca da guarda. A disciplina e o garbo da tropa não são britânicos.


O Museu do Ouro, com acervo encontrado em câmaras funerárias, apresenta uma visão do trabalho de ouroversária dos primitivos habitantes. Quantas obras de arte foram destruídas pelos conquistadores espanhóis, a sua ganância de saquear o Eldorado não tinha limites. Para eles o que valia era o peso do metal fundido. Uma lástima. O Museu das Esmeraldas, onde se pode acompanhar a saga das pedras verdes, lágrimas destinadas ao agrado dos deuses é imperdível. Vale a experiência para poder comprar, sem ser enganado, o regalo para a nossa esposa ou companheira.

Nas igrejas representações de Cristo mostram dor, resignação, como essência da mensagem. O rosto, com iluminação especial, reproduz esperança e renovação. As portas na entrada, maciças, possuem reforço em ferro, muitas delas trabalhadas nos detalhes. O esplendor da prata é visto junto ao altar principal, ponto básico das orações, das nossas fotos. Ostensórios eram e ainda representam a comunicação com o infinito, com Deus. Bogotá tem, obras-primas. O mais famoso, escondido em cofre do Banco da Nação, surge com mais de 1500 esmeraldas, magníficas. Lechuga, como é conhecido, não pode ser fotografado, aliás o seu brilho, o reflexo dos diamantes, pérolas e rubis, conjunto de ouro e prata, com mais de cinco quilos, ofuscaria sua imagem. Outra particularidade é o fervor da população, a quantidade de freiras e de sacerdotes que encontramos surpreende. Outra característica construtiva das igrejas são os balcões, de madeira trabalhada, colocados na parte superior da igreja, partem do coro e se dirigem para o altar. O prédio onde Simão Bolivar viveu está bem preservado; ele foi o primeiro presidente da República Colombiana. O bairro da Candelária, característico, antigo, ruelas estreitas, com tavernas e bares pequenos, oferece refeições típicas. Experimente o arroz atolado: arroz com pedaços de carne de gado ou porco, salada escassa, banana frita, acompanhado das tradicionais arepas. Os doces são estranhos, com excesso de açúcar, requerem um bom café como acompanhamento. Não esqueça o “puro” local.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento” e ‘Onde Estão os Dinossauros’
Editora AGE

Ilhas de piratas no Caribe


Não apenas a cobiça pelas riquezas produzidas nas colônias espanholas atraia bucaneiros, corsários, piratas e flibusteiros. As guerras de religião deslocavam-se para o Caribe. O poder inquestionável do Rei de Costela era desafiado a todo instante. Razão da construção de fortalezas, obras de engenharia militar surgem ao longo das rotas comerciais. Até hoje, com suas muralhas, baterias de artilharia, fortins de apoio, túneis secretos, passagens de fuga escondidas, dutos de ventilação perfeita, são objetos de desvios de rotas e de excursões:Havana, Porto Rico, Porto Belo, Panamá, Acapulco, Cartagena…


Morgan, Drake, Walter Raleigh são nomes repetidos e respeitados pelos ataques efetuados. Bases de piratas foram estabelecidas nas Ilhas Virgens, na Jamaica, na Ilha de Providencia e tantas outras. Tesouros, lendas, fatos esquecidos.


Holandeses, franceses e ingleses estabeleceram portos de Piratas Livres. Cooperativas e associações para o ataque organizado ao saque das cidades espanholas eram formados. Necessário reunir frotas, naves e tripulações para, em grande número, obter sucesso nas empreitadas. A flâmula negra, com caveira e ossos cruzados, dominava áreas onde não havia lei; apenas interesses comerciais em futuros ataques mantinham a disciplina do local. Os piratas foram os primeiros turistas a gozarem as facilidades, as belezas, as águas cálidas e cristalinas do Caribe. Da cana de açúcar, de moendas primitivas, era extraído o rum capaz de alucinar os atacantes. Os bucaneiros, por primeiro, atacavam as fazendas em busca de gado. Em grelhas primitivas, as barbacoas, o churrasco era o prazer do momento.


Por isso o termo inglês “barbecue” recorda tempos do passado. Na construção da defesa do forte, amuralhado de Cartagena, o custo das obras era tão elevado que o próprio soberano, Felipe II, segundo as narrativas, teria feito uma inspeção; incógnito, disfarçado de mulher, teria percorrido as obras da fortaleza. O fato nunca foi comprovado historicamente.

Rumores! Nos museus da região, antigos mapas indicam o caminho das caravelas que abarrotadas de ouro e prata deviam retornar a Cadiz e Sevilha. Além dos piratas, os furacões e os corais eram ameaças sempre presentes. Agora, os canhões, antigos defensores das cores e da honra da Espanha estão calados. Mas a noite, ao percorreremos os bastiões, os muros e casernas, podemos ainda ouvir, bem de longe, os gritos dos combates, os lamentos dos feridos, o passo dos antigos combatentes.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento” e ‘Onde Estão os Dinossauros’
Editora AGE

Uma Viagem a Colômbia – Aventura barata

Clube União de Viagens – Uma aventura na Colômbia


Dia 15 de junhono GNUSede Ato Petrópolis

Salão Nobre às 20 :00 horas

Com Felipe Daiello




A Colômbia, com múltiplas atrações, será o novo destino para os turistas brasileiros. Povo amável, educado, agora alegre após a derrota dos movimentos guerrilheiros e do narcotráfico. Nossa aventura começa por Bogotá, capital moderna, com obras de infraestrutura que irão alterar o seu perfil. A experiência usada em Curitiba para o transporte coletivo está em plena execução. Na parte antiga, no bairro da Candelária, estão os prédios coloniais,os museus, as igrejas, a catedral, as obras de arte religiosas. Com sorte podemos assistir touradas, algo que atrai os colombianos. São tradições de séculos, mesmo bárbaras, valem a pena. Perto de Bogotá, numa antiga mina de sal, encontramos a maior catedral subterrânea do mundo. Em Zipaquirá, escavada, podemos percorrer a famosa via-sacra e acompanhar os trabalhos executados pelos antigos mineiros. Depois, Medellín entra na rota. A cidade das flores, da eterna primavera, a única a apresentar metrô na Colômbia ,está a nossa espera.


Cidade de Fernando Botero apresenta na praça central, museu a céu aberto; mais de 24 esculturas. Segundo o escultor e pintor, ele não pinta personalidades gordas, elas apenas possuem volume. Muitas soluções usadas nas favelas e morros do Brasil surgiram nessa cidade magnífica. O uso de pólos culturais, nos diversos bairros. permite um desenvolvimento interessante para a metrópole. San Andrés, ilha no Caribe, próxima da Nicarágua, é experiência interessante. Diferente das pequenas Antilhas, sem hotéis cinco estrelas ,é experiência agradável e surpresa a repetir. Num mar azul-turquesa, com sete tonalidades, a ilha coralínea é paraíso para mergulhos. Zona franca, povo hospitaleiro falando um dialeto onde palavras inglesas se misturam a línguas africanas, San Andrés não tem igual no Caribe. Podemos circular em carros de golfe, de bicicleta, a pé, ou usando as “chivas”, ônibus com carroceria de madeira. A bebida local, o “coco-loco” ,preparado com uísque, rum, vodca, nos ajuda a navegar de modo fácil e rápido. A experiência de alimentar raias e depois segura-las nos nossos braços, interação fantástica, precisa ser repetida. Navios naufragados, ilhotas desertas, abrigos de antigos piratas, tudo estáà nossa disposição. Providencia, ilha próxima, quase deserta, foi local onde os piratas da época descansavam antes de atacar os galeões espanhóis. Talvez o primeiro SPA a ser introduzido no Novo Mundo.


Cartagena fica perto. A cidade murada, bem conservada, apresenta a típicaarquitetura colonial espanhola. O forte “San Felipe de Barradas”, nunca vencido, apresenta a arquitetura militar das Espanha. A frota da prata tinha aqui o seu ponto de partida. Circular pelas ruas de Cartagena recorda não apenas Garcia Marques ,escritor de “Amor em Tempos de Cólera”, mas também os ataques de piratas, debucaneiros e flibusteiros: Morgan, Drake, Walter Raleigh. As “Islas Del Rosário”, bem perto, convidam a passeios de barcos, mergulhos, compras e para apreciar o tradicional pargo, peixe

servido com arroz de coco e bananas fritas. Cartagena possui centenas de joalherias, onde esmeraldas, as pedras verdes eternas, continuam a tentar os nossos desejos e os nossos sonhos. No retorno, Cali, a cidade do narcotráfico, nos espera. A cidade da “salsa”, dos gatos de Tejada, do Cristo Redentor, do melhor rum da Colômbia é apenas ponto de rápida passagem. Bogotá antes do voo de retorno ainda apresenta surpresas. O Museu do Ouro, o Museu das Esmeraldas; La Lechuga – com mais de 1500 esmeraldas – é obra prima da ourivesaria cristã. Não podemos esquecer as rosas colombianas, magníficas. A exportação de flores pela Colômbia alcança um bilhão de dólares. Vale a pena visitar as estufas onde cores surpreendentes são preparadas. A troca da guarda presidencial não pode ser olvidada. São tantas as atrações, as tradições ,que um retorno breveà Colômbia precisa ser logo agendado.

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento”
Editora AGE

Castelos na Dinamarca


País de primeiro nível, a Dinamarca surpreende por avanços sociais, impossíveis de serem clonados em nações de terceiro mundo. Os elevados impostos, recolhidos por todos, são redistribuídos de maneira idêntica: previdência, saúde e educação. Desde a capital, Copenhagen como ponto de partida, podemos percorrer a costa, seguindo o estreito que a separa da Suécia. Os castelos, surgindo no horizonte, refletem o passado do Reino da Dinamarca. O que havia de errado nessas Terras do Norte? No Estreito de Oresund, a fortaleza-castelo de Kronborg lembra Shakespeare. Em festival internacional, Hamlet, a peça reapresentada aqui todos os anos, recorda o épico do bardo inglês. Apesar de nunca ter visitado o local, baseado em relatos antigos, por encomenda da rainha da Inglaterra, Shakespeare cria uma lenda no teatro mundial. Placa nas paredes de fortaleza registra o evento. A única diferença está na denominação do personagem principal, o nome verdadeiro era Amleth. Um ferry em minutos faz a conexão entre a cidade fronteiriça dos dois países: Helsingor e Helsingborg. Antigos canhões, postados nas duas margens, garantiam que nenhum navio ou mercador passasse sem pagar os elevados tributos. Na época a Suécia fazia parte do Reino da Dinamarca. Outro personagem, Hans Christian Andersen, famoso pelos contos infantis, também é lembrado em praças e monumentos. Considerando-se feio e desajeitado nunca se casou e, talvez por isso, nunca teve casa própria. A pequena sereia, um dos seus personagens principais, em bronze na entrada do porto, registra a arte do escritor. É um dos símbolos de Copenhagen. O monumento ficou conhecido pelos roubos, vandalismo e destruição que ocorreram ao longo do tempo.


Passeios de barco pelos canais, passando por antigos atracadouros, por Nyhavn, local onde no século XVI estava concentrado o comércio marítimo, não podem ser esquecidos. Construção coletiva antiga, destinada aos marinheiros e seus familiares, apresenta além da arquitetura da época um relato pitoresco. Na frente de cada residência, em cerâmica, um pequeno cão indicava pela colocação e posição da cabeça se o dono e senhor estava em casa ou afastado por longos meses, mesmo anos, cruzando os mares como comerciante ou simples marujo. Por sorrisos suspeitos ou exclamações do leitor, poderemos retirar observações curiosas sobre os velhos costumes locais.


Prédios modernos, como a nova Ópera, o Observatório Astronômico Tycho Brahe, não podem ser esquecidos, pelo menos tire as fotos, testemunhas para provar aos amigos que você esteve por aqui. Veleiros, embarcações antigas, algumas com faróis acoplados, em situação de emergência não era possível aguardar pela construção em pedra — ou alvenaria da solução definitiva —, estão docados por toda a parte. Outra possibilidade é tomar uma lotação fluvial para poder circular pela baía. Com um passe para 24 horas ou mesmo 48 horas, é possível o deslocamento rápido e barato entre os pontos de interesse. Surgem fortificações com seus bastiões, o Kastelet — antigo forte do século XVI —, o prédio da Sinfônica Nacional, o quarteirão judeu. O palácio Cristianborg onde encontramos o atual Parlamento foi construído sobre o núcleo da velha Copenhagen. Às margens do canal atracavam os primeiros barcos com comerciantes e mercadorias. Surgem as bases do primeiro e esquecido porto. Posteriormente as instalações em Nyhaun — porto novo — concentraram as transações comerciais. Hoje Nyhaun, com seus cafés, restaurantes, lojas, é ponto de saída das excursões fluviais, local exclusivo para turistas.


O quarteirão onde se localiza o palácio real — Amalienborg —, a igreja de Frederico, a parte histórica da cidade devem ser percorridos a pé. A torre redonda — Rudetarn —, inicialmente um observatório astronômico — apresenta acesso ao topo por rampa inclinada, o que permitia o uso de cavalos. Pedro o Grande, imperador da Rússia e Gustavo Adolfo da Suécia foram visitantes ilustres. Pela Stroget, principal rua para pedestres, alcançamos a Praça da Prefeitura. No caminho, olhando as lojas, somos tentados pela porcelana real, pelas jóias de âmbar ou por brinquedos de madeira recordando a história do amor de um soldado de chumbo por alegre bailarina. Hans Christian Andersen, para sensibilizar

as crianças, retirou uma das pernas do amante. Entre as crianças danesas, as mais lindas do globo, é coqueluche um pequeno urso de pelúcia. O fofinho pode ser vestido e equipado de todas as maneiras possíveis. O guarda-roupa disponível inclui todos os acessórios necessários tanto para “ele” como para “ela”. As avós do nosso grupo pensavam mais em seus tempos de infância do que no presente para a netinha. Em contrapartida, o museu erótico, além da pornografia que nossos avôs assistiam, apresenta quadros e fotos produzidos para estimular o apelo sexual da humanidade. Artigos sado-masoquistas e instrumentos modernos fazem parte do acervo. O Tivoli, famoso parque, deve ser visitado à noite, quando apresentações, desfiles de bandas, concertos, dão um caráter diferenciado a um parque tradicional de diversões. Os restaurantes são excelentes, mas caros, mesmo para o padrão local. Para descansar que tal um sanduíche aberto típico — Smorrebrod — acompanhado de uma cerveja local: Carlsberg ou Tuborg. Escolha o primeiro e o mais simpático café para a parada. Com tempo disponível, excursões pelo interior apresentam antigos vilarejos, bem preservados, onde é possível constatar como se vivia, lutava e morria por aqui na época dos vickings e tempos medievais. Competições de arco e flecha, balistas, as técnicas usadas pelos cavaleiros com suas armaduras, simulações de combate, o uso de falcões para o prazer e a caça dos nobres e reis. Em datas especiais é possível observar simulação de lutas históricas, quando toda a população da região apresenta-se vestida a caráter, como voluntária, encenando batalhas famosas que a história já esqueceu. O Museu Viking apresenta navios construídos no século X; encontrados no fundo de uma baía permitem conhecer a técnica de construção naval dos povos do norte. Para defender a entrada do porto, foram afundados de propósito, evitando assim a entrada dos barcos inimigos. O frio e o lodo preservaram a madeira até a sua recuperação e posterior apresentação aos curiosos de hoje. O palácio de verão, Castelo Rosenborg, guarda as jóias da coroa e os artefatos associados às cerimônias da coroação. Também construídos por Christian IV — 1588 a 1648 —, o Castelo de Frederiksborg, restaurado após o incêndio de 1859 com fundos do milionário dono da Carlsberg, hoje transformado em Museu Nacional, apresenta toda a história da fundação do Reino da Dinamarca. É necessário quase um dia inteiro para percorrer todas as alas, os museus anexos, os parques, os jardins e os lagos onde sempre encontramos o mesmo par de cisnes com seus filhotes — os legítimos “patinhos feios”!

Felipe Daiello
Autor de “Palavras ao Vento”
Editora AGE

Do Rio Grande para a Mongólia

Mais distante ainda foi Felipe Daiello, que, por meio de um romance, mostra a face desconhecida da Mongólia. A obra A procura do caminho. Onde estão os dinossauros?

(Editora AGE, 2010) entrelaça a história e os desafios do jovem Uglyu com a cultura do país, além de passar informações turísticas ao leitor.

A viagem do escritor também expõe a face da perda da identidade cultural da Mongólia. Está acontecendo um genocídio cultural na Mongólia. Daqui a 50 anos, esta cultura não existirá mais, profecia Daiello, ao se referir à expansão do domínio chinês na Mongólia, considerada um dos maiores berços arqueológicos do mundo.

O escritor ficou durante cinco dias no deserto de Gobi, no Sul da Mongólia. Além disso, agregou experiências de outras viagens, em visitas a sítios arqueológicos e museus, para poder repassar ao livro tais relatos técnicos. É um livro de desafios, feito para jovens, pois fala de ambição, desejo e transformações..

Daiello conta que a Feira do Livro foi a grande fomentadora da obra A procura do caminho. A feira é um lugar interessante para gestação de ideias. Eu aprendi a escrever aqui, conversando com os escritores, lendo ou participando das oficinas.

Veja a entrevista publicada no Jornal do Comércio na íntegra.
Baixar arquivo : feira 8.11.pdf