Convite para a 62ª Feira do Livro

 

Os jacarandás renovam o convite, mais uma Feira do Livro em Porto Alegre. Os livros serão os anfitriões.

No dia 29 de outubro, sábado, as 16:00 horas apresentarei palestra sobre a minha trilogia, denominada de “Os Caminhos da Fortuna”, oportunidade para encontro de amigos, de colegas, de antigos e novos alunos.

Tendo Paulo Ledur como mediador, através de audiovisual, além de mostrar como a ideia surgiu, das técnicas literárias empregadas, uma interpretação das narrativas das histórias, desde a pré-história até tempos modernos, a importância de líderes são destacadas. Para escapar das cavernas, da ignorância, do medo e do domínio de falsos profetas, foi necessário coragem. Enfrentar os Tubarões, todos, o principal desafio. Depois as rodas, numa espiral infinita, começam a sua marcha.

“As Rodas da Fortuna”, 2 volumes, através de novelas, de relatos históricos, apresentam a evolução da riqueza, os desafios a vencer, as etapas da evolução.

O senhor de hoje, pelos erros de economia, será depois de múltiplas bancarrotas o escravo do amanhã. Aprender com as lições é importante.

“Sai mais barato aprender com os erros dos outros”.

Num desafio global, não se fala de esquerda ou de direita em política, mas sim em boa gestão, no uso adequado de recursos, no financiamento de ações criadoras, no incentivo ao estudo, à pesquisa, `a busca de novos métodos. Não podemos esquecer: a “Espiral é Infinita”.

Rodas da FortunaAo lançar a segunda parte de “As Rodas da Fortuna”, o escritor Felipe Daiello completa ciclo de 7000 anos de estórias associadas à evolução da humanidade. Personagens numa segunda linha de atuação formam os heróis, os precursores, os idealistas que saíram da caverna das superstições, das ideias erradas e foram capazes de seguir as luzes de novas verdades.

O conceito de espiral da eternidade é desenvolvido, elo a elo, cadeia a cadeia, a necessidade de ampliar a sua dimensão, pela contribuição de nomes que os anos sepultam no esquecimento, é apresentado em cada capítulo. Desde o alvorecer da civilização, na distante e esverdeada Irlanda, passando pela Suécia, Cartago, Roma, Petra e a Rota do Incenso, pelos Vikings, pelas Cruzadas, por Marco Polo e suas “mentiras”. Continua por financista cuja família elegeu 3 Papas e criou e ampliou conceitos bancários, pelo Ciclo de Descobertas Portuguesas pelo auge do Império Espanhol, pelos Huguenotes e a Reforma Religiosa, pelos anos dourados de Amsterdã, pela loucura econômica da França, por Napoleão, pela expansão das fronteiras da América do Norte e sua corrida em busca de ouro e das águas do Pacífico. Prossegue com a expansão comercial do Império Inglês, a época da Cidade Luz em Paris e a Torre Eiffel, o poder industrial emergente da América, o Projeto de Bomba Atômica, o pesadelo da Petrobrás e a quebra econômica brasileira. Culminando com o ensaio sobre o futuro da humanidade e seus androides precursores de novos tempos; lições para aprender e acompanhar o curso inexorável das Rodas da Fortuna.

Elas não vão nem para a esquerda e nem para a direita, eles rolam para frente sinalizando o caminho do sucesso e da felicidade, mas dirigentes políticas ignorantes, corruptos, mal intencionadas, gastando milhões de impostos crescentes, em decisões equivocadas fazem as Rodas da Fortuna direcionarem-se para o atraso, para a recessão, para a inflação, para o desemprego e revoluções sociais.

Além de uma boa leitura, o autor procura motivar os que entendem a sua mensagem, para lutar pelo seu futuro, pelo sucesso de seus filhos e netos.

A espiral da eternidade não perdoa os omissos, os covardes e os que não descobrem a luz da verdade, preferindo a escuridão do fanatismo e do retrocesso.

Felipe Daiello com” Rodas da Fortuna parte II” completa a trilogia iniciada em “Enfrentando os Tubarões”, onde o segredo do sucesso é apresentado.Como afirma Armindo Trevisan:

Estamos, sem dúvida, diante de uma nova modalidade de literatura, a literatura que monta num cavalinho de pau e viaja pelos territórios do coração, da mente e da simples estesia.

Daiello pratica tal literatura. Não cansa o leitor, porque é culto, imprevisível e inventivo. Por outro lado, não aporrinha ninguém com lições de oculta sabedoria.

Pasme, por sua vez, o leitor perante a complexa e infindável cadeia de destinos humanos que o aguarda nas páginas de ficção de Daiello.

O contista não “distorce” os fatos. Prefere envolvê-los numa aura que, desde Guimarães Rosa, passou a chamar-se estória, uma interpretação bem estruturada, livre e imaginosa dos fatos do passado.

Para Percival Puggina:

Felipe Daiello, autor e viajor, roda o mundo com a acuidade e a prontidão do bom estudante. Não apenas lê. Vai e vê. Sente a história como algo que flui. E nesse corpo fluido de eventos dá vida a personagens que multiplicam seus pontos de vista. Aqui, ele contempla o girar das rodas da fortuna. Põe essas coisas do pensamento; vieram-me à mente aqueles jogos de armar nos quais uma tela inteira vem num saquinho de muitas peças misturadas para que, laboriosamente, o conjunto seja remontado.

É a técnica do autor. Só quem conhece a imagem inteira pode, depois, fragmentá-la segundo a inspiração, a intenção e a criação literária propõem. O leitor de “As rodas da fortuna II” conhecerá histórias incomuns, apresentadas como recortes da grande experiência humana.

Jornal RS letras nº163 página 3, abril/2016

 

Felipe Daiello foi autor destacado em Lendo nossos autores II (caravela,20011:55-63), de Antonio Soares. Seu nome figura ao lado de Perpétua Flores, Zeno Cardoso Nunes, Heino Willy Kunde, Moisés Silveira Menezes, José Moreira das Neves e outros. Isso lhe dá jus a invocar uma já razoável recepção para seus nomes e obra.

Mas… olhos voltados para frente! Nos contatos tidos com Daiello, o encontramos sempre envolvido na roda viva da vida. Ora, regressando de uma viagem do exterior a pedir forma verbal. Ora, regressando de uma viagem do exterior a pedir forma verbal, ora com nova obra entre mãos para lançar. Nunca de perna torta encostada na preguiçosa bengala ou com medo de sair à rua por causa do frio ou dos assaltantes. Ele sempre em ação. Dele vale dizer: nada na inteligência que não venha da experiência. E muito rica, variada e profusa é essa experiência que lhe determina a múltipla criação literária. Para Daiello tudo é vida, e ação e nisso a criação de novas e cada vez melhores formas literárias.

Daiello sabe buscá-las e procurá-las na clássica evasão para os terrenos virgens da ação criadora do homem. Esta, a marca do grande autor.

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convite data 30 de abril

detalhes

Felipe Daiello, gaúcho de Porto Alegre, engenheiro, professor e empresário, após a publicação de nove livros, concluída a fase de literatura infantil com: A Viagem dos Bichos e Aventuras dos Bichos, continuou o desafio com Os Segredos da Fechadura, que representa fronteira a desvendar.

Agora o caminho tomava direção bem oposta. O que era para ser a rotina, os azares da Bolsa de Valores, com todos os riscos do mercado de renda variável, ficou no passado. Visita efetuada em Cemitério Megalítico, na Irlanda do Norte, um dos mais antigos do mundo, alterou o processo de criação inicial.

As Rodas da Fortuna começavam a se destacar na imaginação. Poderia surgir outro romance de aventuras, imenso, longo, como os espirais que não tinham final. O que eu precisava escrever cobriria quase 7.000 anos de história da humanidade, pois as rodas iriam percorrer séculos no seu percurso sem término. No entanto, pequenas novelas, curtas, cobrindo dezenas de anos, mesmo gerações, foi a decisão tomada.

As Rodas da Fortuna

A história, cujos lances Daiello faz reviver com seus episódios, escritos num estilo comunicativo e ágil, acaba convertendo-se em amável convite para percorrer léguas e léguas da História em si, como as poderia percorrer um turista com sensibilidade aos aspectos das paisagens, aos mil e um incidentes da jornada, e até aos sortilégios das Mil e uma Noites do Oriente.

O contista não ‘distorce’ os fatos. Prefere envolvê-los numa aura que, desde Guimarães Rosa, passou a chamar-se estória, uma interpretação bem estruturada, livre e imaginosa dos fatos do passado.

Armindo Trevisan

Rodas da Fortuna 2 – por Armindo Trevisan

Felipe Daiello, gaúcho de Porto Alegre, engenheiro, professor e empresário, após a publicação de nove livros, concluída a fase de literatura infantil com: A Viagem dos Bichos e Aventuras dos Bichos, continuou o desafio com Os Segredos da Fechadura, que representa fronteira a desvendar.

Agora o caminho tomava direção bem oposta. O que era para ser a rotina, os azares da Bolsa de Valores, com todos os riscos do mercado de renda variável, ficou no passado. Visita efetuada em Cemitério Megalítico, na Irlanda do Norte, um dos mais antigos do mundo, alterou o processo de criação inicial.

As Rodas da Fortuna começavam a se destacar na imaginação. Poderia surgir outro romance de aventuras, imenso, longo, como os espirais que não tinham final. O que eu precisava escrever cobriria quase 8.000 anos de história da humanidade, pois as rodas iriam percorrer séculos no seu percurso sem término. No entanto, pequenas novelas, curtas, cobrindo dezenas de anos, mesmo gerações, foi a decisão tomada.

As Rodas da Fortuna

A história, cujos lances Daiello faz reviver com seus episódios, escritos num estilo comunicativo e ágil, acaba convertendo-se em amável convite para percorrer léguas e léguas da História em si, como as poderia percorrer um turista com sensibilidade aos aspectos das paisagens, aos mil e um incidentes da jornada, e até aos sortilégios das Mil e uma Noites do Oriente.

O contista não ‘distorce’ os fatos. Prefere envolvê-los numa aura que, desde Guimarães Rosa, passou a chamar-se estória, uma interpretação bem estruturada, livre e imaginosa dos fatos do passado.

Armindo Trevisan

 

 

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A ÚMBRIA DE SANTA RITA DE CASSIA

Local de difícil acesso, a cidade de Cassia, no meio de vales, mesmo perto de Roma – 200 km -, não tem acesso fácil. Curvas, mais curvas, subidas íngremes e descidas idem, estradas estreitas exigem cuidados dos motoristas. No inverno, o gelo na pista e a neblina são adversários complicados. Dirija carro potente, mas não muito grande, o câmbio manual permite ao bom motorista agradáveis acelerações e manobras rápidas. Burgos medievais, dependurados nas alturas, como galinhas em poleiros, fazem bom contraste nas fotos. Ruelas estreitas, empinadas, nos levam a recordações esquecidas, muitas localidades estão desertas, desabitadas. Burgos fantasmas; apenas velhos que não tem para onde ir aparecem no vazio.

A Úmbria é região de energias elevadas, de grande religiosidade, de santos e proporciona peregrinações centenárias.

São Bento que dizia não a preguiça,não as calunias, arado e cruz como símbolos, unindo trabalho à oração, nasceu em Nórcia, cidade murada, arquitetura típica da Úmbria. Como Rieti, no caminho, também com suas fortificações, é possível descobrir o que ocorreu em séculos passados de tantas lutas.

Santa Rita, a minha padroeira, é o foco da cidade de Cassia; na igreja matriz seu corpo aparece mumificado e em perfeitas condições. Os relatos dos seus milagres atraem fieis, devotos e esperanças para milagres impossíveis. No dia 21 de março, recordação do seu nascimento. Festa de luzes e de fogo dá brilho ao céu da Úmbria. As efemérides da Semana Santa, imperdíveis, retratam fatos e tradições de 850 anos. Os penitentes, pés nus, temperatura no zero grau, arrastam correntes com mais de 10 metros. Na escuridão, apenas velas sinalizam o caminho da fé, marcado por cruzes chamejantes dispostos na frente das igrejas e das encruzilhadas.

Visita à sua casa natal e ao mosteiro onde entrou mesmo sem autorização da madre superiora, restrições devido ao fato de ser idosa e viúva e onde sofreu privações ,são pontos de meditação. O local onde rosas vermelhas, nascidas em pleno inverno, foram encontradas por seu pedido no momento da sua morte é outro local de peregrinação.

– Rosas vermelhas! Tragam as minhas companheiras.

Considerada protetora da família, é a intercessora das aflições diárias de tantos suplicantes. Patrona das causas perdidas. Protetora da família.

No momento da fome, somos mortais e precisamos de alimento, é momento de conhecer a gastronomia local, as lojas e os pequenos mercados.

Zona de javalis, de trufas, os embutidos, as salsichas, muitas vendidas por metro, usam como base a carne de javali. Os molhos com trufas e olivas especiais são coadjuvantes.

O pão de Faro, feito com trigo rústico é adequado ao vinho local.

Não é preciso adquirir vinhos famosos, como o dispendioso Brunelo de Montalcino, podemos escolher o Montefalco Sagrantino ou o Torgiano Rosso da zona de Perugia para apreciar o prato típico regional. A Porchetta, carne de porco enrolada e cozida em forno com lenha, é a iguaria do dia. A nossa salvação.

Depois no roteiro, Assis e sua basílicas ; São Francisco e Santa Clara para reverenciar e depois Perugia e a herança etrusca e os seus chocolates como nova etapa . A viagem continua , a curiosidade aumenta .

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ROUEN. A EPOPEIA DE JOANA D´ARC

Seguindo as curvas preguiçosas do rio Sena, curva à direita, curva à esquerda, chegamos à capital do Departamento Sena Marítimo: Rouen.

A saga de Joana D´Arc atrai milhares de turistas para essa antiga e histórica cidade, com suas casas típicas, estrutura de madeira, ruelas e arquitetura medieval; muitas histórias para escutar.

A viagem começa no Torreão onde ela esteve presa; Donjon do antigo castelo construído por Filipe Augusto em 1205. Os interrogatórios iniciais antes do julgamento foram aqui realizados.

Depois, no Palácio do Arcebispo, vamos acompanhar – por audiovisual – as sessões do julgamento, o local da sua condenação em 1431, as atas de todo o processo. O conjunto Palácio do Arcebispo e Catedral constitui exemplo típico da arquitetura medieval gótica. Do alto do torreão, subindo centenas de degraus, poderemos ter uma visão panorâmica da velha cidade. Não esquecer a máquina fotográfica.

A donzela de Doremy não tinha 19 anos quando foi queimada em praça públicaao lado do antigo mercado.

Canteiro de flores e cartaz sinalizam o local exato do martírio; apenas ruínas sobraram do mercado da época da guerra dos 100 anos contra os ingleses.

Memorial e igreja moderna, ao lado, fazem as devidas homenagens. Por ordem do comandante inglês, pois Rouen, na época,estava ocupada por tropas inglesas, suas cinzas são jogadas no Sena.

– A intenção era de evitar romarias, não deixar nada da sua imagem e atuação – são palavras que surgem em relatos posteriores.

Ao contrário, mesmo não deixando traços físicos, nenhum retrato, a sua morte vai fortalecer o ânimo francês. Nos próximos anos os ingleses serão expulsos da França. A guerra dos 100 anos vai terminar.

O rei Carlos VII, o delfim que Joana D´Arc encontrou no castelo de Chinon, coroado por ela na Catedral de Reims, em 1456 ordena o processo de reabilitação.Ele não queria entrar na história como rei coroado por uma hereje.

No mesmo local, ouvindo testemunhas do primeiro julgamento, ocorre a revisão do processo. As atas disponíveis estão claras nos termos e a projeção em 3D preenche as lacunas.

Joana D´Arc não era nenhuma herege, nada havia contra as suas opiniões e decisões; começa uma lenda que ainda não terminou.

Espetáculo em 3D, utilizando diversos espaços do Palácio do Arcebispo, serve para que o drama seja apresentado em minúcias. A tragédia inspirou livros, mesmo filmes e até peças de teatro.

Dispondo de tempo, uma volta pelo Vale do Loire nos levará até Chinon, fortaleza meio destruída e depois para Orleans, onde Joana iniciou sua luta ao levantar o cerco da cidade sitiada pelos ingleses e pelos seus aliados, os soldados do Duque de Borgonha. Joana D´Arc é a lenda de Rouen.

Depois, antes de degustar o famoso pato à Rouen é preciso visitar a Catedral, a Igreja de St. Maclou, o Palácio da Justiça, a Torre St. André e o relógio mais antigo da França.

O “Gros Horloge”, um dos mecanismos mais antigo da França, está situado no Beffroi de Rouen, torre que permite a passagem dos pedestres por arco existente, instante de tirar a foto da viagem, não esquece. O Hotel de Ville, magnífico, é outra obrigação de visita.

O Aitre-St.Maclou abriga um dos cemitérios medievais mais antigos ainda existentes na França. Os anos da peste negra, dizimando a população, obrigaram ao sepultamento coletivo das vítimas.

Depois vamos conhecer a cidade, as pontes sobre o Sena, a Ilha Lacroix – semelhante a Cité de Paris-, a moderna ponte Gustave Flaubert fica no meio do caminho, em direção ao porto de Le Havre.

Não podemos deixar de visitar a casa de Gustave Flaubert. Nascido em Rouen, o escritor ficou famoso no seu primeiro livro. Madame Bovary tratando de assuntos proibidos como adultério e suicídio, causou tanta polêmica, acusações e até o julgamento do autor por literatura permissiva e pornográfica. Após a sua absolvição, pela celeuma, teve sua obra adquirida por pessoas interessadas no escândalo. Sucesso total no primeiro livro de Flaubert.

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